São Gualtério de Pontoise
8 de abril
—
Século XI · França
c. 1099 · Pontoise, França
Nascido na França no século XI, foi um homem de profundos estudos e virtudes. Ingressou no Mosteiro Beneditino de Pontoise, onde foi eleito abade devido à sua santidade.
Nascido na França no século XI, foi um homem de profundos estudos e virtudes. Ingressou no Mosteiro Beneditino de Pontoise, onde foi eleito abade devido à sua santidade. Gualtério, contudo, amava o silêncio e a obscuridade, e sentindo-se indigno do cargo, fugiu várias vezes do mosteiro para viver como eremita ou como monge simples em outras abadias (como Cluny). O Papa Gregório VII, sabendo de sua santidade, ordenou-lhe sob santa obediência que reassumisse o cargo de abade. Combateu com vigor os abusos do clero local. Faleceu em 1089 d.C.
São Gualtério de Pontoise, também conhecido como Walter ou Gautier, foi um monge beneditino francês que viveu no século XI. Nascido provavelmente na região do norte da França, recebeu uma formação intelectual que o preparou para a vida religiosa. Tornou-se monge e foi escolhido para dirigir a comunidade da abadia de Saint-Martin de Pontoise. Apesar de inicialmente não desejar ocupar uma posição de autoridade, aceitou a missão por obediência. Como abade, procurou restaurar a disciplina monástica e conduzir os religiosos a uma vida mais fiel à oração, à pobreza e à observância da Regra de São Bento. Sua firmeza, porém, provocou oposição entre aqueles que preferiam uma vida mais confortável. Em determinado momento, Gualtério chegou a abandonar o cargo e procurou refúgio em outros mosteiros, mas acabou sendo reconduzido à sua comunidade. Sua vida foi marcada pela busca de uma renovação autêntica da vida monástica. Dedicava-se à oração, ao estudo e ao cuidado dos necessitados. A tradição também o apresenta como um homem de grande coragem diante das dificuldades e perseguições. Morreu em Pontoise, deixando fama de santidade e fidelidade à vocação monástica.
Ó Deus, que no abade São Gualtério nos destes um exemplo de humildade profunda e amor à retidão, concedei-nos buscar não as honras do mundo, mas o cumprimento fiel da Vossa santa vontade. Amém.