9 de outubro
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c. 955 · Alemanha
9 de outubro de 1045 · Boêmia
Nascido por volta de 955 d.C., Gunther era um nobre da Turíngia (Alemanha), primo do imperador Santo Henrique II.
Nascido por volta de 955 d.C., Gunther era um nobre da Turíngia (Alemanha), primo do imperador Santo Henrique II. Viveu uma juventude mundana, orgulhosa e voltada para as ambições da corte. Tocado pela graça divina através do exemplo de São Gotardo, converteu-se radicalmente aos 50 anos de idade. Distribuiu seus bens e ingressou no mosteiro de Altaich como irmão leigo. Buscando maior solidão, retirou-se para as densas e impenetráveis florestas da Boêmia, estabelecendo-se como eremita. Lá passou décadas em orações profundas, jejuns absolutos e plantando as sementes da fé entre os povos eslavos. Faleceu em 1045 d.C.
São Gunther foi um nobre alemão que abandonou uma vida de riqueza e influência para dedicar-se à penitência e à vida contemplativa. Viveu entre os séculos X e XI, em uma época na qual muitos membros da nobreza europeia buscavam a vida monástica como caminho de conversão. Gunther possuía parentesco com importantes famílias de sua região e teve contato com a corte, mas decidiu renunciar às honras mundanas. Tornou-se monge e procurou viver com grande austeridade. Depois de algum tempo, retirou-se para regiões mais isoladas da Europa Central, especialmente para áreas próximas à atual Alemanha e Boêmia. Ali passou a viver como eremita, dedicando longas horas à oração, ao jejum e à penitência. Seu exemplo atraiu outros homens interessados na vida espiritual. A tradição relaciona sua presença à fundação e desenvolvimento de comunidades monásticas na região. Gunther também manteve relações com autoridades civis e religiosas, mas procurava conservar a liberdade interior própria de quem havia escolhido uma vida de desapego. Morreu depois de muitos anos de vida penitente, sendo lembrado como exemplo de nobre que preferiu a riqueza espiritual às vantagens do mundo.
Ó Deus, que chamastes São Gunther das vaidades do mundo para a austeridade da vida eremítica no coração da floresta, concedei-nos a graça da verdadeira conversão e o gosto pelas coisas do Céu. Amém.